SHIJIAZHUANG, terça-feira, 5 de maio de 2009 (ZENIT.org).- Numerosos estudos indicam há anos: a China vive um «despertar das religiões» e, se a sede espiritual dos chineses «beneficia» todas as religiões e movimentos religiosos, parece que são as Igrejas cristãs, que atraem o maior número de novos crentes.Um artigo recentemente publicado pelo jornal católico Xinde («A fé»), citado por Eglises d'Asie, informa que a Igreja Católica não se mantém à margem desta tendência e indica que o número de batismos está em alta, dado que a Igreja sabe mostrar-se empreendedora no campo da evangelização.Em um artigo publicado em 22 de abril, Xinde, que se edita em Shijiazhuang (Hebei), indica que, desde o começo deste ano, 22.308 pessoas foram batizadas na fé católica na China.
Santa Sé denuncia nova corrida armamentista nuclear
NOVA YORK, terça-feira, 5 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A Santa Sé denunciou que neste momento acontece uma nova corrida de armamentos nucleares e exigiu a aplicação do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).Porta-voz da posição vaticana foi o arcebispo Celestino Migliore, observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas.Depois de quatro décadas de vida «e de bons serviços à comunidade internacional – declarou o núncio apostólico –, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares continua sendo a pedra angular do desarmamento nuclear e da não proliferação de regimes nucleares, assim como um instrumento chave para fortalecer a paz e a segurança internacionais».
WASHINGTON DC, 04 Mai. 09 (ACI).- Mary Ann Glendon, uma das intelectuais católicas de maior prestígio mundial, rejeitou o prêmio que a Universidade de Notre Dame lhe concedeu em protesto pelo doutorado honoris causa que este centro de estudos católico conferirá ao Presidente Barack Obama, apesar de sua aberta promoção do aborto.Glendon rejeitou a chamada Laetare Medal que lhe seria imposta na mesma cerimônia à que está convidado Obama, e se somou aos mais de 50 bispos americanos e 300 mil cidadãos que manifestaram seu rechaço à presença do político a favor do aborto.O reitor do Notre Dame, Pe. John Jenkins alegou que o prêmio a Obama quer reconhecer sua histórica eleição e seu ambicioso programa social de luta contra a pobreza. Entretanto, uma das primeiras medidas que tomou Obama ao assumir a presidência foi levantar o veto ao financiamento federal para organizações que promovem o aborto no exterior.Glendon é professora de Harvard, foi embaixatriz dos Estados Unidos ante a Santa Sé e agora é presidenta da Academia Pontifícia de Ciências Sociais.Na carta que esta semana dirigiu à universidade, Glendon recorda ao reitor que os bispos pediram no ano 2004 às instituições católicas que "não concedessem honras a aqueles que atuam sem respeitar nossos princípios morais fundamentais", e que a tais pessoas "não se lhes deveriam conceder prêmios, honras ou plataformas que pudessem sugerir um apoio às suas ações"."Esta petição, que em modo algum implica um controle ou interferência com a liberdade de uma instituição para convidar e debater com quem queira me parece tão razoável que não entendo como uma universidade católica pode não respeitá-la", indicou.
VATICANO, 04 Mai. 09 (ACI).- Ao presidir a Eucaristia de Ordenação Sacerdotal de 19 diáconos da diocese de Roma, o Papa Bento XVI explicou que "o 'mundo' é uma mentalidade, uma maneira de pensar e de viver que pode poluir inclusive à Igreja, e de fato a polui, e, portanto exige constante vigilância e purificação. Estamos 'no' mundo, e corremos também o risco de ser 'do' mundo. E, de fato, às vezes o somos". O mundo, no sentido evangélico, disse logo o Santo Padre "assedia também a Igreja, contagiando a seus membros e aos mesmos ministros ordenados". Fazendo referência à primeira carta de São João "Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu", o Santo Padre afirmou que "o "mundo"', na acepção de João, "não compreende ao cristão, não compreende aos ministros do Evangelho. Em parte, porque de fato não conhece Deus; e em parte, porque não quer conhecê-lo. O "mundo não quer conhecer a Deus nem escutar seus ministros, pois isto o colocaria em crise".
http://www.cathnews.com/article.aspx?aeid=13368A agência católica de notícias CathNews informa que Mehmet Ali Agca, o homem que em 13de maio de 1981 tentou matar o papa João Paulo II, diz ter se convertido ao catolicismo. Em carta, a agência de notícias diz que Agca afirma que teria renunciado ao islamismo e abraçado a fé católica em 13 de maio de 2007. Ele, que atualmente se encontra preso na Turquia, afirma querer voltar à Praça de São Pedro para testemunhar ao mundo sua conversão e visitar o túmulo de João Paulo II para expressão sua gratidão filial pela misericórdia do papa, que o perdoou. Mustafa Demirbag seu ex-advogado disse estar bastante cético em relação à conversão de Agca.
ROMA, 04 Mai. 09 / 11:24 pm (ACI).- O Bispo Emérito do Nardò-Gallipoli (Itália), Dom Antonio Rosário, de 103 anos de idade e um dos três bispos vivos nascidos em 1906, criticou o conteúdo do filme Anjos e Demônios e a qualificou de “estupidez inútil”.Segundo a imprensa, o Prelado assinalou que a obra, baseada no livro de Dan Brown de mesmo nome, “tem um conteúdo altamente denegatório, difamatório e ofensivo para os valores da Igreja e o prestígio da Santa Sé”. Ele “ficou impressionado com o conteúdo do filme”. Dom Rosário convidou aos bispos a denunciar o filme por atacar a fé de milhões de pessoas e difundir espetáculos obscenos.
ROMA, 04 Mai. 09 (ACI).- A Conferência Episcopal do Congo emitiu uma mensagem no qual denunciou, como o fez Bento XVI em sua recente visita a África, que o uso do preservativo "constitui não só uma desordem no plano ético, mas também e sobre tudo é a prova da banalização da sexualidade em nossa sociedade" já que "incentiva a enfermidade, agrava o problema" da AIDS e favorece a libertinagem sexual.No texto assinado pelo Presidente do Episcopado congolês e o Bispo de Tshumbe, D. Nicolas Djomo Lola, os prelados expressam sua dor pelos ataques de "alguns meios de comunicação para criar voluntariamente confusão sobre as palavras do Papa sobre a AIDS, que constituem o ensino habitual da Igreja Católica".Os bispos precisam também que "na verdade a mensagem de Bento XVI que escutamos com alegria nos reforça em nossa luta contra o HIV/AIDS. Dizemos não ao preservativo! Em vez de frear a enfermidade, e sem oferecer uma segurança total, exaspera o egoísmo humano, agrava o problema, favorece o debandar-se aos instintos sexuais e arranca da sexualidade suas funções simbólicas e religiosas".
Recolha de António Ferreira